Os 8 GAL do Alentejo organizam no próximo dia 27 de Abril às 10h na sede do Monte, em Arraiolos, uma sessão de formação interna sobre procedimentos relacionados com o SIGAL e, ligação com o SI LEADER. A acção de formação conta já com 21 inscritos tem como formador Ricardo Carretas do GAL MONTE.
No próximo dia 27 de Abril pelas 17h, terá lugar no Monte das Oliveiras, em Arraiolos, a celebração de um protocolo de colaboração entre o GAL MONTE, a Rede de Gabinetes de Intervenção Rural e os promotores dos projectos aprovados no âmbito dos concursos abertos em 2009 à Medida 31 - Diversificação da Economia e Criação de Emprego, do SP3 do PRODER/Abordagem Leader.
Com o presente protocolo pretende-se afirmar a validadeda Abordagem LEADER no Desenvolvimento Rural e a importância das relações e da proximidade dos Actores Locais na dinamização das suas estratégias de desenvolvimento.
O GAL – MONTE – Desenvolvimento Alentejo Central, ACE apresentou, a 16 de Julho de 2008, em parceria com 27 entidades da região do Alentejo Central, uma Estratégia Local de Desenvolvimento para a revitalização económica e social da Região do Alentejo Central e que tem por objectivos principais:
- Diversificar o tecido económico local, através da incorporação de novas procuras e de actividades emergentes que concorram para a criação de emprego;
- Promover a recuperação e conservação do património como factor de identidade e atractividade do território;
- Aumentar a acessibilidade da população rural a serviços essenciais à comunidade;
- Reforçar a governança e parcerias locais, através do aprofundamento das sinergias de intervenção dos diferentes agentes no território, de modo a obter ganhos nos factores de contexto local.
A implementação da estratégia assenta nos princípios de subsidariedade e de proximidade local, actuando o GAL MONTE através de uma REDE de Gabinetes de Intervenção Rural, cuja principal função é a de dinamizar a referida estratégia, através da disponibilização de informação, acompanhamento e apoio técnico aos promotores da estratégia de desenvolvimento.
Os promotores de candidaturas ao Sub-Programa 3 do PRODER são parceiros da estratégia local de desenvolvimento e contribuem com os respectivos projectos, para alcançar os objectivos definidos.
No âmbito da referida Estratégia Local e dos Avisos de Concurso abertos a 17 de Agosto de 2009, foram seleccionados e aprovados 30 Projectos que representam um investimento na ordem dos 4.279 mil euros o que representa um apoio do PRODER na ordem 2.433 mil euros, a criação de 39 novos postos de trabalho e a manutenção de 7 empregos, na Região do Alentejo Central.
Entre os Promotores da Estratégia Local e a Rede de Gabinetes é celebrado um protocolo individual de articulação com vista a apoiar o promotor em todos os aspectos relacionados com a implementação do se projecto que constitui uma parte fundamental para o desenvolvimento rural da Região do Alentejo Central.
Desenvolvimento Rural |
Promoção da Cidadania |
Intervenção Social - Qualificação, Emprego e Inserção Social |
> Junho 2010
> Março 2010
> Dezembro 2009
> Julho 2009
> Maio 2009
1º Trimestre 2009
E08. Especial 2008
11. Outubro 2008
10. Junho 2008
9. Março 2008
8. Janeiro 2008
7. Janeiro 2007
6. Agosto 2006
5. Novembro 2005
4. Maio 2005
3. Março 2005
2. Outubro 2004
1. Julho 2004

Caracterização da região alentejo central >
zona de intervenção do monte ![]()
Relatórios de Actividades e Balanço Social
2009 2008 2007 2006 2005 ![]()

Ao longo dos anos de trabalho o Monte veio a alargar e a ajustar a sua estratégia de intervenção, de acordo com as necessidades sentidas no território em que se insere, bem como as oportunidades emergentes.
Assim, as linhas que orientam a intervenção do Monte contemplam as experiências desenvolvidas, bem como áreas em desenvolvimento, que no conjunto, visam promover um desenvolvimento integrado e sustentado na Região Alentejo:
I - Desenvolvimento Rural
II - Promoção da Cidadania e do Associativismo
III - Intervenção Social - Qualificação, Emprego e Inserção Social
IV - Cooperação
V - Ambiente
Em cada uma das 5 áreas de actuação do Monte encaixam os diversos projectos e iniciativas em curso.

O órgão de decisão do Monte é o Conselho de Administração. Nele têm assento os 4 representantes das quatro associações de desenvolvimento local que integram o Monte e o presidente da mesa do Conselho de Cooperação. Trata-se portanto de um órgão de decisão colectivo, composto por 5 entidades colectivas, que para as tomadas de decisão se fazem representar por um elemento.
A especificidade do Monte está seguramente na singularidade encontrada pelas quatro Associações de Desenvolvimento Local, para trabalhar em parceria. A articulação entre as especificidades de actuação e da base social de cada uma das quatro Associações, bem como, o conhecimento que cada um destas organizações possui das comunidades, constitui um valor acrescentado para a intervenção do MONTE. A reunião deste património é um factor determinante para o projecto de desenvolvimento local que se pretende para a região do Alentejo Central.
Na parceria Monte, cada uma das associações agrupadas detém uma participação social igual entre si, ou seja de 25% cada. A base social do Monte está na composição das associadas, e é tanto mais rica, quanto mais diferenciada for a das 4 Associações. Em 2007, os associados do Monte representavam 713 entidades da região, maioritariamente privados.
Assembleia Geral
Constituída por um membro de cada ADL agrupada do Monte.
Conselho Fiscal
Composto por três pessoas singulares de entre os Representantes dos Agrupados.
Conselho de Administração durante o exercício de 2009
Eduardo Álvaro do Carmo Figueira
Presidente
Presidente da
ALIENDE - Associação de Desenvolvimento Local
> 100 Associados
Jorge Cruz
vice-Presidente
Presidente da
ADIM - Associação de Defesa dos Interesses de Monsaraz
> 483 Associados
Mário Joaquim Trindade de Deus
Vogal
Presidente da
> ADMC – Associação de Desenvolvimento Montes Claros
> 42 Associados
Jorge Manuel de Oliveira Pinto
Vogal
Presidente da
TRILHO
-
Associação de Desenvolvimento Rural
> 86 Associados
Apolónia Rodrigues
Vogal
Técnica
Associação Rede de Turismo de Aldeia do Alentejo
> 50 Associados
Conselho de Cooperação
O Conselho de Cooperação é um órgão social do Monte é composto por entidades que representam os diversos sectores socioeconómicos do território do Alentejo Central. Tem como competências emitir pareceres sobre as actividades, programas e estratégias para o território de intervenção a desenvolver pelo Monte.
Integram o Conselho de Cooperação do Monte
as seguintes entidades:
AADE – Associação de Agricultores do Distrito de Évora; AArtoé – Associação de Artes e Ofícios de Évora; ADRAL – Agência de Desenvolvimento Regional do Alentejo; AETAL – Associação das Empresas Turísticas do Alentejo; AMDE – Associação de Municípios do Distrito de Évora; Associação Heranças do Alentejo; Caixa de Crédito Agrícola de Évora; CEAI – Centro de Estudos da Avifauna Ibérica; Cendrev – Centro Dramático de Évora; CNA – Confederação Nacional da Agricultura; Delegação de Évora da Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor – DECO; Departamento Internacional da CARMIM; Ideia Alentejo – Associação para o Desenvolvimento Integrado do Alentejo; Lar Santa Helena; Município de Borba; Município de Arraiolos; Município de Estremoz; Município de Montemor-o-Novo; Município de Redondo; Município de Vendas Novas; Pé de Xumbo – Associação para a Promoção de Música e Dança; Porta do Alentejo – Associação de Desenvolvimento Local; Associação Rede de Turismo de Aldeia do Alentejo; Santa Casa da Misericórdia do Vimieiro; Suão – Associação para o Desenvolvimento Comunitário; Universidade de Évora.
Mesa do Conselho de Cooperação
PresidÊncia
Associação Rede de Turismo de Aldeia do Alentejo
Apolónia Rodrigues
Vice-PresidÊncia
Associação de Municípios do Distrito de Évora
Ana Isa Coelho

Breve descrição do território do Monte
Território de grandes amplitudes e extensões, caracterizado por imensos campos de montado onde domina a azinheira, o sobreiro e o olival; na paisagem sobressaem isolados os aglomerados rurais, em geral de pequena dimensão e dominados pela cor branca das casas. A gente desta região vive (ainda) muito voltada para dentro de suas casas e aldeias, protegendo-se das altas temperaturas, e por vezes também do que vem de fora. Habituada a um certo isolamento e a décadas de pobreza, tornou-se profundamente criativa na sua gastronomia, na sua cultura, na sua poesia, no seu cante. Muito recentemente passou a ser uma região de eleição pelos seu vinho, pela riqueza dos enchidos feitos de porco preto, pelo azeite e pastas de azeitona, pelo seu pão, mas também pela paz (calma) da sua paisagem e das suas aldeias, pelos recursos naturais que oferece, hoje fortemente influenciados pela construção do grande lago do Alqueva, pela imensidão da sua paisagem marcada por importantes vestígios megalíticos, mas também um território escolhido pelos traços da cultura árabe e romana que por aqui deixaram seus testemunhos. Razões de sobra para reconhecermos no Alentejo um lugar único da Europa.
"Produtos da horta, vendidos a preços simbólicos"
"REGISTO", ED-31, 8 Dez.2008


Desenvolvimento Rural
Intenção de Candidatura ao PRODER (Leader)
PRODER - Folheto Informativo
Leader +
Promoção da Cidadania e do Associativismo
Intervenção Social
- Qualificação, Emprego e Inserção Social
Mirabal - Mulheres Sem Medo
Espaço Internet Monitor Amigo
Formação
ParticipAR (Progride)

![]() |
Marta Alter Mestre em Planeamento Regional e Urbano Responsável pela Direcção Técnica < 1997 |
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Rosário Pequito Cuba 12º ano de escolaridade Responsável pelos Serviços Administrativos < 1997 |
![]() |
Inácia Lopes Rebocho Licenciatura em InvestigaÇÃo Social Aplicada Acompanhamento e gestão de projectos sócio-comunitários. Cooperação para o Desenvolvimento < 1998 |
![]() |
João Antunes Licenciatura em Sociologia Acompanhamento e gestão de projectos sócio-comunitários. Redes Sociais < 2003 |
| Rosa Sampaio Licenciatura em GestÃo de Empresas Leader. Microcrédito. Gestão financeira e Contabilidade < 1999 |
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Paula Santos Licenciatura em RelaÇÕes Internacionais Educação. Qualificação. Formação profissional. Qualidade. Voluntariado e Responsabilidade Social < 1999 |
| Maria Casinhas Licenciatura em Economia Leader. Microcrédito. Acompanhamento e gestão de projectos empresariais < 2000 |
| Ricardo Carretas Licenciatura em Geografia e Planeamento Regional Dinamização de projectos regionais e de cooperação < 2007 |
| Ana Paula Varela 12º ano de escolaridade Animadora Local. Gestão informática < 2005 |
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| Jorge Gomes Coelho Licenciatura em Estudos Portuguesas Leader (GIR Aliende). Microcrédito. Gestão Corrente. Gestão de Intervenção < 1994 |
| Vânia Simões LICENCIADA em gestÃo Leader (GIR ADMC). Microcrédito. Gestão Financeira e Contabilidade < 2009 |
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Leonor Romão Licenciatura em Sociologia Leader (GIR Trilho). Microcrédito. Concepção. Implementação e acompanhamento de projectos < 1999 |


Desde o inicio da sua actuação o Monte privilegiou o desenvolvimento de um trabalho em parceria com diferentes entidades, com vista a promover um desenvolvimento sustentado e apropriado pelas e com as comunidades locais. Neste sentido, a cooperação é uma área de trabalho especifica, no contexto das várias intervenções em desenvolvimento pelo Monte, constituindo-se também como um instrumento estratégico para reforço de competências internas da Equipa.
O trabalho enquanto ONGD alargou o âmbito de actuação do Monte e permitiu a participação em plataformas alargadas para a promoção do desenvolvimento de comunidades.
Em 2009 o Monte passa a integrar a Direcção da Plataforma das ONGD, o que implicará uma participação activa na reorganização desta estrutura e um aumento do trabalho do Monte nesta área.


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MANUAL DE ANIMAÇÃO Este Manual tem como objectivos: > Partilhar a experiência e disseminar a metodologia que levou à criação da Escola Sénior do Mundo Rural |
GUIA METODOLÓGICO PARA A IMPLEMENTAÇÃO DE ACÇÕES DE FORMAÇÃO PARA DESEMPREGADOS DE LONGA DURAÇÃO O presente Guia Metodológico tem como objectivos: |
GUIA DE RECURSOS DO CONCELHO DE ARRAIOLOS A produção deste Guia de Recursos pretendeu garantir a circulação de informação aos parceiros da Rede Social do concelho de Arraiolos, bem como aos cidadãos, por forma a permitir concretizar o princípio de que o acesso à informação é um elemento estruturante para a promoção do desenvolvimento social e político. |
GUIA DE APOIO PARA A PROCURA DE EMPREGO Este manual destina-se às populações das comunidades rurais e resulta de uma aprofundada pesquisa de documentos e sites institucionais. Traduz de forma resumida e clara, passo-a-passo, os principais mecanismos necessários a desenvolver para procurar emprego. Iremos ver os documentos necessários para esse efeito, como os elaborar, que cuidados e postura correcta a adoptar durante as entrevistas de emprego. Utiliza-se uma linguagem simples e são disponibilizados exemplos práticos para cada uma das fases mais comuns durante a procura de emprego. |
REPRESENTAÇÕES PROFISSIONAIS E NECESSIDADES DE FORMAÇÃO - o caso dos jovens no concelho de Arraiolos e levantamento, características e necessidades das empresas do concelho de Arraiolos Nos dois estudos trabalha-se (...) dois dos vértices da empregabilidade: a formação profissional da população activa e a escolarização dos mais jovens; sendo que inter-acção entre as duas realidades, contribui para o desenvolvimento do emprego, do mercado, e como tal, para o desenvolvimento económico e social do Concelho de Arraiolos. |
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